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O meu dia a dia, meus pensamentos. Convido você a viajar comigo nestes preciosos momentos.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Aparências – 11/10/11


1ª Leitura – Romanos 1, 16-25
Salmo – 18(19A)
Evangelho – Lucas 11, 37-41

            Neste trecho da carta Paulo enfatiza sua fé frente ao Evangelho, pois ele é uma verdade divina para todos, tanto aos judeus como aos gregos. O justo será glorificado enquanto aquele que oprime a verdade terá a ira de Deus. As perfeições invisíveis de Deus são manifestadas através de suas obras, através de sua criação. Por isso não se justifica a falta de fé, os homens perversos, com seus corações insensatos obscureceram frente a verdade trocando a glória de Deus por imagens e seres corruptíveis, atitudes estas que desonram seus próprios corpos. “Trocaram a verdade de Deus pela mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém” (Rm 1, 25).
            Na perícope do Evangelho, Lucas narra a ida de Jesus à casa de um fariseu, que estranha, porque Jesus não lavou suas mãos ao sentar à mesa. Jesus conhecendo isso falou que: mal são os fariseus, “limpai o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades” (Lc 11, 39). Guardam riquezas que se corrompe com o tempo, “antes, daí esmola do que vós possuís e tudo ficará puro para vós” (Lc 11, 41).
            Na liturgia de hoje somos chamados a refletir sobre nossa superficialidade, nossa preocupação com que os outros acham de nós, enquanto nosso interior se corrompe por qualquer galho de arruda, cabeça de alho ou mesmo, uma vassoura atrás da porta.
            Precisamos inicialmente acreditar em nós mesmos, porque somos uma criação de Deus, e toda a criação, principalmente, nós, filhos de Deus, somos abençoados. Tenhamos a certeza que  não precisamos criar outros deuses que nos defendam contra o mal, pois somente um é poderoso, somente um é eternamente misericordioso e este é o Pai que esta no céu.
            Quem terá credibilidade no mercado se não tiver uma base bem rígida, sendo firme naquilo que apresenta aos seus clientes, confiando e trabalhando sempre na possibilidade de surpreender? Pense nisso, toda ponte feita de papel se rompe com o vento.
            A todos desejo um dia abençoado por nosso Senhor Jesus Cristo.


Mensagem de João Paulo II para sua Igreja



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Fé – 10/10/11


1ª Leitura – Romanos 1,1-7
Salmo – 97(98)
Evangelho – Lucas 11, 29-32

            Paulo no início de sua carta aos romanos justifica os seus atos e seus pensamentos, expõe, dirimindo qualquer dúvida, colocando-se como servo de Cristo, aquele que tem por vocação a divulgação da boa-nova e, convoca a todos para que se deixem conduzir pela fé, tornando-se um discípulo de Jesus Cristo.
            No Evangelho Jesus fala a uma grande multidão que eles estão piores que o povo de Nínive que acreditaram e se converteram apenas pelas palavras proferidas pelo profeta Jonas. Os que eles querem? Milagre? Jesus afirma que não haverá nenhum milagre porque diante deles está aquele que é maior do que o rei Salomão e maior do que Jonas.
            E a pergunta de Jesus ecoa em nossos ouvidos ainda hoje: o que procuramos? No que acreditamos? A fé é uma manifestação individual, simples e humilde. Não exige provas e milagres, melhor que isso, reconhece a ação de Deus em nossa vida, porque Ele nos ama. A cada segundo, a cada respiração que nos mantém vivos, caso nos deixemos e acreditemos, sentiremos a presença do Pai.
            Somos convidados a refletir sobre o nosso trabalho: acreditamos no que fazemos? Damos e passamos aos nossos clientes credibilidade naquilo que divulgamos?
            As Escrituras acompanham o povo de Deus a milênios de anos e se renovam, motivam e tornam-se atuais para todos aqueles que tem fé.
            A todos desejo “a graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 1, 7).

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Alegria, dor e glória – 07/10/11

1ª Leitura – Atos 1, 12-14
Salmo – Lc 1
Evangelho – 1, 26-38

            Hoje louvamos e agradecemos, pedindo sua intercessão, à nossa Senhora do Rosário, “inicialmente chamada de Santa Maria da Vitória, esta memória celebrava a libertação dos cristãos na batalha de Lepanto. A exemplo dos Vassalos que ofereciam coroas de flores a seus soberanos, os cristão adotaram o costume de oferecer a Maria tríplice ‘coroa de rosas’ que lembra sua alegria, suas dores e sua glória” (Liturgia Diária, Ano XX, nº 238, p.32).
            As leituras de hoje são todas escritas por Lucas, na primeira conta-nos que após Jesus ter subido aos céus, os discípulos junto com algumas mulheres, entre elas Maria, a mãe de Jesus se recolheram em oração, na casa em Jerusalém, onde normalmente ficavam.
            No Evangelho Lucas revela a visita do anjo Gabriel, enviado por Deus, a virgem Maria, convidando-a a missão. Pede inicialmente que não tenha medo, e anuncia que será mãe de um filho, que “porás o nome de Jesus, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi” (Lc 1, 32). Após o anúncio, com poucas explicações, Maria “disse: ‘Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” (Lc 1, 38).
            Como ficou uma menina de 15 anos ao receber uma missão desse nível? Deus não escolhe somente os mais fortes, mas capacita-nos, nos faz forte. Maria teve a alegria de participar dos planos do Senhor. Não há como falar de Jesus e esquecermos-nos de onde foi gerado, olvidarmos de sua mãe. Jesus, sendo Deus, poderia simplesmente ter surgido como homem, mas não, seu primeiro berço foi o ventre de Maria, como todos nós. É justificado as honras, louvores e pedidos de intercessão à Maria, porque ela não foi qualquer mulher, ela é a mãe de Jesus, nosso Senhor. Assumiu as dores, porque acompanhou Jesus em todo o seu trabalho, inclusive, quando condenado e crucificado. Por mais que esteja obedecendo a Deus, nós como seres humanos, Maria como mãe, qual é a magnitude dessa dor ao ver tudo em silêncio até o último suspiro de seu Filho, perdoando a todos que o maltrataram? E por fim, coroada como bem-aventurada, Mãe de toda a humanidade, gloriamos a Deus, gloriamos a Maria, mãe de Deus.
            Pensemos em nossa vida, a exemplo da vida de Maria, todo trabalho possui fases: planejamento, execução e consequentemente a conclusão. Normalmente ficamos alegres por termos oportunidade quando nos define como parceiros. Para atingirmos um objetivo pré-planejado necessita de nossa dedicação, e que, atender a uma necessidade não se resume somente em boa vontade. Problemas e dificuldades sempre aparecem, são as dores do caminho a ser trilhado, onde exige de nós foco e persistência, perseverança. Por fim, todos aqueles que se postaram fiéis ao compromisso assumido, na conclusão terá sua glória, e esta, vem em consequência, não precisa ser cobrada.
            A todos, por intercessão de nossa Senhora do Rosário, pedimos para mais este final de semana a paz do Senhor Jesus.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Saber pedir – 06/10/11

1ª Leitura – Malaquias 3, 13-20
Salmo – 1
Evangelho 11, 5-13

            Na primeira leitura Deus é questionado frente os afortunados que desprezam seus mandamentos e prosperam financeiramente - é inútil servir a Deus? Mas Deus, previdente, apresenta ao povo um livro de feitos notáveis e a distância que há entre os ímpios e os justos, entre o que servem a Deus e aqueles que não o serve. “Eis que virá o dia abrasador como fornalha, em que todos os soberbos e ímpios serão como palha” (Ml 3, 19). Para vós, que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo a salvação em suas casas” (Ml 3, 20).
            No Evangelho, Jesus conta uma parábola aos discípulos, ensinando-os a necessidade de saber pedir à Deus. Muitas vezes precisamos ser impertinentes, sem sermos abusados, colocando que até os ímpios não dá uma cobra ao filho que pede um peixe, nem lhe dá um escorpião quando pede um ovo. Jesus completa: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!” (Lc 11, 13).
            Com as leituras de hoje podemos dar continuidade ao que foi refletido ontem, a necessidade de conversarmos. Em nosso dia-a-dia, em nossos relacionamentos comerciais, ao utilizarmos essa necessária ferramenta conseguimos transmitir aos nossos ouvintes o que pensamos e o que somos e, a importância de expormos nossas ansiedades e necessidades, lógico, com moderação e estratégia. Jesus ensina-nos que precisamos pedir ao Pai, ao fazer o pedido nós teremos condições de avaliar a real necessidade e isso se projeta em nossos relacionamentos. Nossos clientes necessitam saber que precisamos concluir novos contratos, com inteligência e transparência devemos pedir. Faz-me recordar uma frase de um grande amigo que já partiu para a casa do Pai. O Sr. Antonio Castanharo concorria na cidade a vaga de vereador, ele era o mais cotado a ser eleito, estava ciente da situação, mas todos aqueles que ele abordava, pedia o voto: “Peço o seu voto, porque se você e outros acharem que eu estarei eleito de qualquer jeito e votar em outro candidato, somente para dar uma força, eu não me elegerei”, dito e feito, foi o presidente da câmera de Votorantim, o vereador mais votado dessa eleição.
            Pense nisso, trabalhe e com esse objetivo.
            A todos desejo um feliz dia com as bênçãos de nosso Pai.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Oração – 05/10/11

1ª Leitura – Jonas 4, 1-11
Salmo – 85(86)
Evangelho – Lucas 11, 1-4

            Jonas, após ter completado sua missão em Nínive, fazendo o povo reconhecer seus erros e se arrependerem de seu pecado, sai da cidade. Contrariado e desgostoso Jonas se afasta no lado leste da cidade e constrói uma cabana. Jonas ora ao Senhor, conversa com ele e expõe o seu entendimento. Sabe que Iahweh é poderoso e bondoso, tem a certeza que é um “Deus de piedade e de ternura, lento para a ira, e rico em amor e que se arrepende do mal” (Jn 4, 2). Não compreendendo, pede a sua morte, pois sua vida nada vale, acreditando que Iahweh não iria rever sua decisão frente ao povo de Nínive. Deus faz crescer um hera (amoreira) ao lado da cabana de Jonas, que o protege do sol forte, e num outro dia, manda um verme a destruir deixando-o desprotegido. Deus manda um vento forte e com o sol na cabeça quase desfalecendo, Jonas pediu novamente a sua morte, porque Deus havia deixado morrer aquela hera? Iahweh respondeu: “Tu tens pena da hera, que não te custou trabalho e que não fizeste crescer...E eu não terei pena de Nínive, a grande cidade, onde há mais de cento e vinte mil seres humanos, que não distinguem entre a direita e esquerda, assim como os animais?” (Jn 4, 10-11).
            Na perícope de Lucas refletida hoje, Jesus está a orar num certo lugar, um de seus discípulos pede que os ensine a rezar, como João ensinou a seus discípulos. Jesus ensinou a oração que a temos como universal, o Pai Nosso.
            Todos nós temos a necessidade de orarmos, desde os crentes e até os ateus. A oração é um momento em que propomos a conversar. Ninguém consegue viver sozinho, todos nós precisamos desabafar com alguém os nossos infortúnios, as nossas esperanças, as nossas conquistas. Pertence a nossa natureza, a conversa sincera renova a nossa alma, cria uma força motivadora onde podemos repensar nossas atitudes e decisões. Quando nos sujeitamos a conversar estamos dando a nós mesmos a oportunidade de ganhar experiências sem a necessidade de fazê-la na prática. Da mesma maneira, é a através da conversa que disponibilizamos ao ouvinte as nossas intenções, nosso caráter e o nosso conhecimento. Foi através da conversa que Jonas mostrou a Deus suas decepções e Jesus nos mostra, que é através da conversa com o Pai que temos a oportunidade de agradecer, de pedir perdão e proteção.
            Não perca, com isso, a oportunidade de conversar com seus clientes, é através desta ferramenta que os tornará como amigos e, assim, alicerçará honestamente sua relação comercial.
            A todos desejo um feliz e abençoado dia na Paz do Senhor Jesus.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Escutar – 04/10/11


1ª Leitura – Jonas 3, 1-10
Salmo – 129(130)
Evangelho – Lucas 10, 38-42

            Jonas, no trecho de hoje da primeira leitura, agora ouve a voz do Senhor e vai cumpri-la. Segue em direção a Nínive para propagar a mensagem confiada. A cidade de Nínive era muito grande, levava três dias para atravessá-la, mas não foi empecilho para Jonas, entrou na cidade pregando a conversão, caso não ocorresse, a cidade seria destruída. O povo ouviu as palavras do profeta, acreditaram em Deus. Ao chegar ao ouvido do rei, ele saiu de seu trono, depôs de seu manto real, vestiu-se de saco e sentou-e em cima de cinzas. Proclamou que todos deveriam se arrepender de seus pecados, pedir perdão, jejuar para alcançarem a graça e compaixão de Deus. “Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal que tinha ameaçado fazer-lhes e não o fez” (Jn 3, 10).
            Lucas, na perícope de hoje, narra a visita de Jesus à casa de Marta e Maria. Marta recebeu-o e Maria sentou-se aos seus pés e pôs-se a ouvi-lo. Marta, ocupada com os afazeres domésticos perguntou a Jesus se é certo Maria deixar de ajudá-la e ficar somente a escutá-lo. Jesus repreendeu-a dizendo que ela se preocupa com muitas coisas, a principal Maria escolheu, isto dela não será tirado.
            Somos preocupados em impor nossos pensamentos e incomodados que muitas situações ocorrem do jeito que não queremos ou planejamos. Isso é um erro grave. O bom senso e a paciência fazem os fatos fluírem de uma maneira branda, suave. Parece utópico - num mundo onde nos é cobrado respostas imediatas, pois as mudanças, principalmente tecnológicas, acontecem numa velocidade extraordinária. Nós nem nos habituamos com uma situação e já ocorre uma evolução, descartando aquilo que achávamos o máximo. Mas a prática de ouvir deve ser aplicada. Quando o faz sem a preocupação de dar uma resposta ao que está sendo exposto, e reflete o que está ouvindo, a possibilidade de atingir as expectativas do parceiro, este podendo ser um cliente, um fornecedor, o próprio filho ou, o filho ao ouvir os pais, tantas situações corriqueiras que defrontamos todos os dias e muitas vezes desperdiçamos porque tentamos impor nossa maneira de ser e deixamos de crescer e de aprender.
            O povo de Nínive foi salvo porque pararam para ouvir, reconheceram o erro e mudaram suas atitudes. Maria sabia quem era o mestre e não desperdiçou o momento de poder ouvi-lo, assim, automaticamente, crescendo em sua fé. E com tudo isso, somos convidados a ouvir mais, refletir sempre, filtrando o que foi colocado para depois agir.
            A todos desejo um feliz dia na paz do Senhor Jesus.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Compromisso – 03/10/11


1ª Leitura – Jonas 1, 1-2, 1.11
Salmo – Jn 2
Evangelho – Lucas, 10, 25-37

            No livro de Jonas é narrado que ele recebeu uma missão para dirigir-se até a cidade de Nínive e lá propagar a mensagem de se converter pedindo perdão de seus pecados, devido suas perversidades ter subido até os céus. Não querendo atender ao chamado, Jonas tenta fugir de Deus e compra uma passagem de um navio que zarpava para Tarsi. A tripulação era composta de diversas nacionalidades que cada um tinha seu deus mas, também,  acreditavam no poder dos outros deuses. Na viagem Deus soprou um vento forte assustando a todos os marinheiros e passageiros, todos começaram a orar a seu deus e despejar a carga ao mar a fim de aliviar o navio. Enquanto isso, Jonas havia descido no porão e dormia, até ser descoberto pelo chefe do navio que o questionou por que não estava orando? Tiraram a sorte para ver quem deveria explicar o porquê daquela tormenta, e Jonas foi o escolhido. Ele explicou que acredita em um único Deus e o motivo de sua fuga. Falou então que para acalmar a tempestade deveriam jogá-lo ao mar. Assim pegaram Jonas e o arremessaram ao mar e a fúria cessou. Deus determinou que um grande peixe engolisse Jonas, ficando três dias em seu ventre. “Então o Senhor fez o peixe vomitar Jonas na praia” (Jn 2, 11).
            No Evangelho Lucas narra que um mestre da lei, desejando colocar Jesus em dificuldade questiona como poderia ter certeza de obter a herança da vida eterna. Jesus pede que ele cite o que diz a lei. “Ele então respondeu: ‘Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e ao teu próximo como a ti mesmo’” (Lc 10, 27). Jesus aprovou seu conhecimento e pediu para viver isso que acabou de dizer. O mestre da lei, não satisfeito, questionou-o novamente: “E quem é o meu próximo?” (Lc 10, 29). Jesus contou uma parábola, figurando que um homem ao sair de Jerusalém para ir a Jericó caiu nas mãos de bandidos que o espancaram e deixaram-no quase morto. Um sacerdote estava descendo pelo caminho, quando viu o homem, seguiu adiante pelo outro lado. O mesmo se deu ao levita. Mas um samaritano, que estava viajando, ao vê-lo, chegou perto e sentiu compaixão, tratou de suas feridas e levou-o até uma hospedaria, adiantando um pagamento, pedindo que tratassem desse homem e quando voltasse da viajem pagaria o que teria gasto a mais. Jesus questionou o mestre da lei: qual destes foi o próximo do homem que caiu nas mãos do bandido? “Ele respondeu: ‘Aquele que usou de misericórdia com ele’. Então Jesus lhe disse: ‘Vai e faze a mesma coisa’”(Lc 10, 37).
            Refletindo as leituras sou obrigado utilizar a palavra que sintetiza o princípio de qualquer trabalho, de qualquer relacionamento: compromisso. Essa palavra que já usei 35 vezes no decorrer destes seis meses de trabalho. Muitas vezes o mar, mencionado na Bíblia faz uma relação com a nossa vida, e a sua agitação é impossível de ser controlada de acordo com nossas vontades. Jonas queria fugir de suas obrigações, isso é notório, cabendo somente a nós a decisão de fazer ou não fazer algo, de ser feliz hoje ou não. Mas as consequências pela omissão são também inevitáveis. Através da vida desse profeta vemos que podemos nos afogar num mar de preocupações se afastarmos dos desígnios do Pai, se desviarmos de nossos compromissos, não querendo “suar nossa camisa”, evitando o comprometimento com as pessoas, com a sociedade, porque comprometer-se dá trabalho. E Jesus ilumina nossa mente, nosso raciocínio ensinando-nos que assumamos nossa vida, que correspondamos com os anseios daqueles que compartilham o nosso dia. Quer obter resultado positivo em seu trabalho? Quer conquistar a vida eterna? Siga os mandamentos, comprometa-se com a vida em favor de todos.
            Que Deus abençoe e ilumine a nossa semana.